Vinho, azeite, produtos hortícolas e artesanato produzidos nas cadeias
portuguesas estão à venda a partir de hoje na Praça do Comércio, em
Lisboa, numa iniciativa dos Serviços Prisionais para assinalar o Dia
Internacional dos Direitos Humanos.
A
exposição/venda de produtos é inaugurada hoje pela ministra Paula
Teixeira da Cruz e vai permanecer aberta ao público até 20 de janeiro,
no edifício do Ministério da Justiça, segundo comunicado da
Direção-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).
A mostra "Reinserção para a liberdade" inclui produtos como azeite, vinho, mel, chás, frutos secos, ervas aromáticas, mobiliário, encadernações, calçado, todos feitos por reclusos.
A DGRSP destaca o azeite do Estabelecimento Prisional de Izeda, certificado biologicamente, bem como a mostra de vinhos das cadeias de Alcoentre, Leiria e Pinheiro da Cruz "produzidos exclusivamente com mão-de-obra reclusa e de forma praticamente artesanal".
Os serviços prisionais explicam que, além da presença na mostra, vários produtos, produzidos diariamente nas cadeias, podem ser encomendados.
"Em 2012 o sistema prisional, através das suas explorações económicas, faturou cerca de dois milhões de euros", refere a DGRSP, que em 2014 pretende duplicar esse valor.
As explorações económicas do sistema prisional dão trabalho a cerca de 4.500 reclusos, em atividades que vão desde a agricultura à prestação de serviços especializados para empresas
"O objetivo é ajudar o recluso a ganhar algum dinheiro[...]. O recluso adquire competências que o podem ajudar a reinserir-se na sociedade, combatendo-se, assim, a reincidência", explica a DGRSP.
O evento prolonga-se até 20 de janeiro estando previsto que entre 16 e 20 de dezembro sejam colocados à venda produtos frescos cultivados nas prisões, nomeadamente produtos hortícolas típicos desta época de Natal.
A 06 de janeiro serão cantadas as Janeiras à ministra da Justiça, estando previsto para a mesma altura o lançamento de um novo vinho branco produzido em Alcoentre.
No dia 20 serão assinados protocolos com empresas e instituições que colaboram com as prisões dando trabalho aos reclusos.
Fonte: Diário de Notícias
A mostra "Reinserção para a liberdade" inclui produtos como azeite, vinho, mel, chás, frutos secos, ervas aromáticas, mobiliário, encadernações, calçado, todos feitos por reclusos.
A DGRSP destaca o azeite do Estabelecimento Prisional de Izeda, certificado biologicamente, bem como a mostra de vinhos das cadeias de Alcoentre, Leiria e Pinheiro da Cruz "produzidos exclusivamente com mão-de-obra reclusa e de forma praticamente artesanal".
Os serviços prisionais explicam que, além da presença na mostra, vários produtos, produzidos diariamente nas cadeias, podem ser encomendados.
"Em 2012 o sistema prisional, através das suas explorações económicas, faturou cerca de dois milhões de euros", refere a DGRSP, que em 2014 pretende duplicar esse valor.
As explorações económicas do sistema prisional dão trabalho a cerca de 4.500 reclusos, em atividades que vão desde a agricultura à prestação de serviços especializados para empresas
"O objetivo é ajudar o recluso a ganhar algum dinheiro[...]. O recluso adquire competências que o podem ajudar a reinserir-se na sociedade, combatendo-se, assim, a reincidência", explica a DGRSP.
O evento prolonga-se até 20 de janeiro estando previsto que entre 16 e 20 de dezembro sejam colocados à venda produtos frescos cultivados nas prisões, nomeadamente produtos hortícolas típicos desta época de Natal.
A 06 de janeiro serão cantadas as Janeiras à ministra da Justiça, estando previsto para a mesma altura o lançamento de um novo vinho branco produzido em Alcoentre.
No dia 20 serão assinados protocolos com empresas e instituições que colaboram com as prisões dando trabalho aos reclusos.
Fonte: Diário de Notícias
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