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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Xangai fecha fábrica fornecedora de carne para McDonald's e KFC

As autoridades de Xangai encerraram uma fábrica subsidiária do grupo alimentar norte-americano OSI por vender carne fora da validade para cadeias de restauração como a McDonald's e KFC, foi hoje anunciado.

A televisão de Xangai, que reportou o escândalo alimentar, informou que os trabalhadores da fábrica OSI China misturavam carne fora da validade com produto fresco e deliberadamente engavam os inspetores de qualidade da McDonald's.

Outros clientes da OSI China incluíam o Burger King, Papa John's Pizza, Subway, e a cadeia de cafés Starbucks, informou o jornal Shanghai Daily.

Funcionários municipais encerraram a fábrica no domingo e apreenderam os produtos alegadamente processados com carne fora da validade, indicou a autoridade para a segurança alimentar de Xangai em comunicado.

Uma investigação está a ser conduzida pela polícia.
 
A McDonald's disse em comunicado ter parado "imediatamente" de usar os produtos da fábrica, enquanto a empresa Yum, detentora das marcas KFC e Pizza Hut, informou que tinha suspendido o uso da carne proveniente da OSI China.


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Três membros de família chinesa infetados com H7N9

Três membros da mesma família chinesa contraíram o vírus da gripe aviária H7N9 na província de Hangzhou, onde têm sido reportados mais casos, informou a agência Xinhua.

As vítimas são casal e a filha residentes em Hangzhou, a capital da província oriental de Zhejiang, informou a Xinhua, sem adiantar mais detalhes.

As autoridades de saúde estão a investigar, acrescentou.

Desde o início do ano, a China confirmou 110 casos de H7N9 em humanos, incluindo 22 mortos, de acordo com uma contagem da AFP baseada nos registos das autoridades locais.

Zhejiang registou 53 casos, quase metade do número nacional, e 12 mortes.

As autoridades locais estão a proibir a venda de aves vivas nos mercados das grandes cidades, segundo notícias da imprensa chinesa.

Em 2013, a China registou 144 casos de pessoas infetadas com o H7N9, incluindo 46 mortes.


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Gripe aviária - China aumenta prevenção contra H7N9 que já causou 19 mortos

A China começou a aplicar medidas de prevenção, como a proibição de aves vivas em várias zonas do leste do país, perante o aumento do número de casos de gripe aviária H7N9 em humanos.

Desde o início do ano, há registo de 96 contágios e 19 mortos causados pelo vírus H7N9, escreve a agência Efe.

A nova estirpe foi descoberta pela primeira vez em humanos no ano passado no leste da China, onde contagiou 150 pessoas e causou 45 vítimas mortais.

Na província oriental de Zhejiang, a sul de Xangai, onde este ano foram registados 49 contágios, o comércio de aves vivas paralisou em grandes cidades como Hangzhou, Ningbo e Jinhua.

Na cidade de Xangai também será suspensa a venda de aves vivas entre 31 de janeiro e 30 de abril.
Na província sul oriental de Cantão foram registados 26 contágios desde o início de 2014, mas até à adata não foram anunciadas medidas excecionais.

Na Região Administrativa Especial de Hong Kong foi detetado na segunda-feira o primeiro contágio de H7N9 junto a um mercado agrícola local, pelo que está previsto sacrificar hoje cerca de 20.000 aves desse mercado.

As autoridades intensificaram os controlos sanitários dos viajantes nos postos fronteiriços, com medições de temperatura e exame médico, se necessária, dos passageiros que entram e saem do país.


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

China - Destruídas em praça pública chinesa 13 mil garrafas de vinho espanhol

Apesar de não ser identificado o nome da distribuidora chinesa nem a origem do vinho, as fotografias que acompanham a notícia mostram que as garrafas pertenciam a uma cooperativa de Alicante
 

Um total de 13.000 garrafas de vinho espanhol foram destruídas numa praça pública no centro da China depois de este se ter deteriorado durante o transporte, informou hoje a imprensa local. 

A destruição ocorreu numa das principais praças de Zhengzhou, capital da província central chinesa de Henan, onde diante de uma multidão vários funcionários da distribuidora esvaziaram as garrafas, uma a uma, para uma piscina insuflável, relatou o Diário Vespertino de Zhengzhou, citado pela agência Efe. 

Apesar de não ser identificado o nome da distribuidora chinesa nem a origem do vinho, as fotografias que acompanham a notícia mostram que as garrafas pertenciam a uma cooperativa de Alicante. 

A destruição, realizada na tarde de segunda-feira e que segundo o diário deixou "um forte odor a vinho na praça", não foi decidida por problemas de qualidade na sua origem, mas porque, durante o transporte para a China, primeiro por barco e depois por camião, houve problemas de conservação das garrafas, o que afetou o seu sabor. 

Em concreto, no sistema de refrigeração do camião que as transportou a partir do porto de Qingdao, onde tinham chegado de barco, até à cidade de Zhengzhou, as garrafas foram expostas durante cerca de 24 horas a temperaturas superiores a 40 graus que deterioraram a qualidade do vinho. 

Os responsáveis da distribuidora chinesa decidiram, após descobrirem o problema, pedir a três enólogos que analisassem o vinho para apurar se podia ser comercializado. Ao receberem um veredicto negativo, optaram pelo ato público de destruição. 

As centenas de curiosos que assistiram ao esvaziar das garrafas mostraram-se, na sua maioria, espantados com o desperdício de tão grande quantidade de vinho, avaliado em cerca de 7 milhões de yuan (cerca de 875 mil euros), adquirido em Espanha em agosto, segundo o mesmo jornal, citado pela agência noticiosa espanhola. 


Fonte: ionline

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Acordo com China abre oportunidades de negócio nos laticínios e outros sectores

O presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis, Hermínio Loureiro, acredita que a assinatura do memorando de entendimento assinado com o município chinês de Wuhan abre «excelentes perspetivas» de negócio nos setores do calçado e dos lacticínios.
 
Após ter conseguido captar para a Área de Acolhimento Empresarial de Ul-Loureiro (AAE) um investimento chinês na fileira do aço de 30 milhões de euros, a autarquia oliveirense está otimista relativamente ao aparecimento de novos investimentos, desta vez nas áreas do calçado e do setor alimentar.

«Depois da visita a algumas empresas de Oliveira de Azeméis, uma comitiva de empresários da província chinesa mostrou vontade de aprofundar a cooperação industrial entre os dois municípios» afirma Hermínio Loureiro, lembrando que Hubei é a «terceira província mais importante da China e uma das mais industrializadas».

O primeiro investimento chinês no município – ligado à indústria do aço – está a ser instalado na Área de Acolhimento de Ul-Loureiro, numa zona geograficamente privilegiada e de fácil acessibilidade aos grandes centros nacionais de exportação.

Segundo Hermínio Loureiro, a fábrica Wuhan Industries «irá criar mais de 60 postos de trabalho e o que nós esperamos é que os empresários chineses que estiveram de visita a Portugal possam também continuar a investir em Oliveira de Azeméis».

«Quisemos mostrar a esta comitiva que temos outras áreas de negócio e que queremos aprofundar este relacionamento, atraindo investimento estrangeiro», sublinha o autarca, anunciando ter sido aprovada a «isenção de taxas municipais durante os próximos cinco anos» para o primeiro investimento chinês no concelho.

«Espero que a instalação da primeira fábrica chinesa possa ser seguida pelo interesse de outros empresários pois sabemos da vontade das empresas chinesas em investir em Portugal e na Europa, aproveitando o nosso país como o passaporte para outros países», refere. Atualmente, a taxa de ocupação da AAE de Ul-Loureiro é muito superior à expectativa inicial da autarquia que irá «continuar a criar condições para os empresários oliveirenses e para a captação de novas empresas na perspetiva de continuar a criar emprego, riqueza e ser um concelho industrial pujante, mantendo Oliveira de Azeméis na vanguarda dos municípios exportadores de Portugal».

O memorando de entendimento assinado entre o município de Wuhan e o de Oliveira de Azeméis visa o «reforço futuro» e o «desenvolvimento de uma cooperação amigável» entre as duas regiões.
Os dois municípios comprometem-se, assim, a desenvolver «trocas e cooperação entre as suas cidades em variadas formas nos campos da economia, industria, ciência e tecnologia, comércio, cultura, entre outros, para promover a prosperidade e o desenvolvimento comum».


Fonte: MetroNews / Anilact

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Filial chinesa da 'Danone' anuncia sanções disciplinares

A filial do gigante francês "Danone" anunciou uma reestruturação da direção na China e "sanções disciplinares" para alguns responsáveis, depois de serem acusados de pagar "luvas" em hospitais.

Um inquérito interno realizado pela "Dumex" deixou evidente que um programa de promoção de leite infantil da marca "levou a certas práticas (...) que violam os princípios da empresa" e "o grupo apresenta sinceras desculpas por estas faltas", indicou a filial numa declaração enviada à agência noticiosa francesa AFP.

Com base em faturas fornecidas por um antigo responsável de vendas da "Dumex", uma reportagem da televisão estatal chinesa CCTV, difundida em meados de setembro, acusou a empresa de subornar enfermeiros e médicos da maternidade de um hospital de Tianjin (norte).

Pelas "luvas" recebidas, os médicos autorizavam a utilização do leite infantil da marca no estabelecimentos e as parteiras recomendavam às jovens mães que usassem a mesma marca, de acordo com a CCTV.

"A Dumex tem regras rigorosas e todas as infrações são levadas muito a sério", disse a empresa, que anunciou a "suspensão imediata do programa" de promoção do leite infantil junto das jovens mães.
"A equipa da direção da Dumex China assume total responsabilidade por estes erros. Medidas disciplinares vão ser tomadas em conformidade com as regras da empresa, com a nomeação de nova direção", acrescentou o grupo.

Na segunda-feira, o governo de Tianjin, que abriu também um inquérito judicial na sequência da reportagem da CCTV, afirmou, na conta oficial de microblogues, que 116 funcionários de 85 estabelecimentos médicos aceitaram subornos da "Danone" desde 2011.

De acordo com as autoridades de Tianjin - uma das quatro cidades-município chinesas - 13 funcionários, cujas infrações foram consideradas "particularmente graves" receberam uma "punição severa", incluindo a proibição de exercer.

Este caso surge quando as autoridades chinesas lançaram, nos últimos meses, uma série de inquéritos à atuação de empresas multinacionais.

O laboratório britânico "GlaxoSmithKline" (GSK) é alvo de um vasto inquérito por corrupção, no qual cerca de 20 pessoas foram acusadas desde julho. Um outro inquérito está a decorrer para verificar os preços praticados por cerca de 60 firmas farmacêuticas que operam no país.
A "Dumex" encontrava-se entre os seis fabricantes de leite infantil condenados pelas autoridades chinesas, no início de agosto, ao pagamento de multas por fixação dos preços e pagou 172 milhões de yuan (21 milhões de euros).

Por seu lado, a filial saúde da "Danone" na China, "Nutricia", foi acusada no final de setembro por um jornal chinês de ter concedido "benefícios indevidos" a mais de uma centena de médicos de Pequim para manipular as vendas.

 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

China - Fuga de Amoniaco mata 15 pessoas e fere 26 em Shanghai

Uma fuga de amoníaco líquido, este sábado, numa unidade de refrigeração de um de armazém de produtos do mar em Shanghai  matou 15 pessoas e feriu outras 26, sendo que destas 6 se encontram em estado crítico.

A fuga ocorreu na Weng’s Cold Storage Industrial Co., localizada no distrito de Baoshan, em Shanghai, disse o governo municipal na sua conta oficial na rede social chinesa Sina Weibo.

A China, segunda maior economia do mundo, tem um histórico de problemas de segurança no trabalho na área alimentar. Em junho, 120 pessoas morreram e 77 ficaram feridas num incêndio numa unidade de processamento de carne de frango na província de Jilin.



Fonte: The Guardian

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

China aplica multas pesadas a seis fabricantes de laticínios

 
As autoridades chinesas aplicaram multas no valor de 670 milhões de yuan (82 milhões de euros) a seis empresas do setor de laticínios pela prática ilícita de concertação de preços, noticiou hoje a agência Xinhua. 

As americanas Mead Johnson e Abbott, a chinesa Biostime, o gigante neozelandês Fonterra, o holandês Friesland, e a Dumex, subsidária da francesa Danone, estão sujeitas a multas, numa indústria que na China é frequentemente agitada por escândalos.

A imprensa chinesa tinha dado conta, no início de julho, de um inquérito da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, a mais alta entidade chinesa de supervisão económica, visando os fabricantes estrangeiros de leite em pó para bebés, suspeitos de terem acordado os seus preços de venda. 





Fonte: Jornal de Notícias