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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Kellogg só irá comprar a quem preservar florestas tropicais

A multinacional norte-americana Kellogg, conhecida pelos cereais para o pequeno-almoço, anunciou o compromisso de passar a comprar óleo de palma apenas a fornecedores que provem não estar a destruir florestas tropicais.

Num comunicado na sua página eletrónica, a criadora do Corn Flakes e Rice Krispies anunciou que está a "colaborar com os fornecedores para assegurar que o óleo de palma" utilizado pela Kellogg "não está associado ao desflorestamento, mudança climática ou violação dos direitos humanos", refere Diane Holdorf, diretora da sustentabilidade do grupo.

"Para atingir estes objetivos, a Kellogg passará a exigir a todos os fornecedores globais que façam o rastreamento do óleo de palma até às plantações, o qual deve ser verificado de forma independente e de forma legal", adiantou a mesma responsável.

"Os fornecedores devem preencher a estes requisitos até 31 de dezembro de 2015 ou estar a trabalhar para preencher lacunas identificadas no plano de ação", disse.

O óleo de palma é um dos óleos vegetais mais consumidos a nível mundial e é utilizado na indústria, quer nos chocolates, massas, margarinas, biscoitos, gelados, cosméticos e até detergentes e sabonetes.

A grande procura deste óleo vegetal tem vindo a provocar a destruição de florestas tropicais e, consequemente, a afetar a biodiversidade das mesmas.

A aposta na exportação de óleo de palma e o seu cultivo intensivo está a levar que alguns países, como a Indonésia ou Malásia, possam deixar de ter terras cultiváveis nas próximas décadas.



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

McDonald's compromete-se à compra de carne sustentável

A McDonald's Corp. anunciou o seu compromisso de passar a comprar carne sustentável verificada durante o ano de 2016 na sequência de uma política na qual a empresa pretende "ouvir, aprender e colaborar com as partes interessadas da exploração e produção pecuária para o balcão da loja de modo a desenvolver soluções sustentáveis ​​de carne."

Devido às quantidades anualmente comercializadas pelo grupo McDonald's e uma vez que, até ao momento, ainda não existe nem uma definição universal e unanimente aceite para "carne sustentável" a empresa optou por assumir o seu arrojado compromisso com um prazo alargado de tempo (2016).

Mais informação no artigo do  Huffington Post

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Luzes de árvore de Natal alimentadas por couves-de-Bruxelas


Os londrinos podem visitar na zona de Southbank uma árvore de Natal cujas luzes são alimentadas por couves-de-Bruxelas.

A invenção, inaugurada esta terça-feira e apresentada por cientistas no evento «The Big Bang UK Young Scientists and Engineers Fair» no Reino Unido, utiliza mil destes vegetais crus para dar energia ao sistema.

Na cerimónia de inauguração, ontem de manhã, o interruptor que ligou as luzes foi accionado por alunos da City of London Academy.

A bateria para as luzes é composta por cinco «pilhas», cada uma com 200 couves-de-Bruxelas, que produzem 63 volts, o que coloca o engenho na categoria de «muito baixa voltagem» (tipo um telefone), perfeitamente seguro de manusear.

O sistema requer a colocação de eléctrodos de cobre e de zinco dentro das couves, de modo que gera uma reacção química, o que resulta na produção de uma corrente eléctrica que pode ser armazenada e usada para alimentar as luzes LED na árvore de Natal.

Os cientistas podem monitorizar a voltagem num ecrã à parte, que mostra quanta energia está a ser produzida a cada momento.

A duração destas baterias depende de quanto tempo as couves-de-Bruxelas se mantêm frescas, explicou Sean Miles, director de protótipos da Designworks com base em Windsor, que fez a instalação.

«[As couves-de-Bruxelas] continuam a gerar corrente desde que se mantenham frescas e não entrem no processo de decomposição. Enquanto estiverem frescas, vão continuar a providenciar electrólitos para a reacção química que gera corrente eléctrica», afirmou o responsável.

Os vegetais exibidos nas fotos deverão durar um mês, mas pode-se sempre trocá-los quando apodrecerem.

O investigador disse que, em teoria, qualquer fruta ou vegetal pode ser usado para alimentar as luzes, no entanto, as couves-de-Bruxelas são das menos eficientes, «o que torna o achado ainda mais espectacular», sublinhou.

«Quanto mais húmido e flúido for o vegetal, melhor desempenhará o papel de condutor eléctrico», destacou Miles.




quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Grupo Bimbo pela sustentabilidade

O Grupo Bimbo vai investir cerca de 1.5 milhões de dólares num novo e moderno centro de distribuição amigo do ambiente na Cidade do México como parte da sua estratégia de criação de uma cadeia de fornecimento totalmente sustentável.

O novo centro terá todo um conjunto de equipamentos e processos ecológicos desde painéis solares a viaturas movidas a energia eléctrica produzida pelo vento passando por sistemas de reciclagem de água para lavagem de viaturas.

Este investimento surge depois de em Outubro do ano passado o grupo ter inaugurado um parque eólico no estado de Oaxaca destinado a fornecer energia para 45 instalações do grupo pela região.