quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Seminário “A Suinicultura e o ambiente”




Terá lugar a 19 de Novembro, no Auditório principal do INIAV, situado na Quinta do Marquês, em Oeiras, o Seminário “A Suinicultura e o ambiente.

A organização deste Seminário resulta de uma parceria entre a Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores e  Embaixada dos Países Baixos, em Lisboa sendo as inscrições:
  • Gratuitas para todos os suinicultores associados em qualquer das Associações Federadas
  • Outros interessados: 20,00 euros (iva incluído)
A Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores , em conjunto com algumas das Associações federadas, está a preparar um esquema de deslocação conjunta de algumas dezenas de suinicultores da região Leiria e Oeste.

O programa definitivo será divulgado em breve.




Advertising Standards Agency ordena retirada imediata de campanha publicitária na televisão

A autoridade Advertising Standards Agency, do Reino Unido, ordenou à Unilever a retirada imediata de dois anúncios de televisão sobre o produto Flora Pro-Activ que alegava estar cientificamente provado que o produto baixava os indices de colesterol, algo que mais nenhum produto seria capaz de fazer.

A Advertising Standards Agency defende que as alegações estavam fora das normas europeias relativas a alegações de saúde e alimentos e proibiu a transmissão dos referidos anúncios.


Planear e realizar uma auditoria ao Programa de Controlo de Pragas do seu fornecedor



O artigo completo da Food Safety Magazine.

Chef português fica em segundo lugar em competição internacional

O cozinheiro português Jorge Fernandes ficou classificado em segundo lugar numa competição internacional de culinária que terminou hoje em Milão (Itália), disse à Lusa o selecionador da equipa olímpica sénior, Paulo Pinto.

Além de Jorge Fernandes, Portugal foi representado por um 'júnior', João Cunha, na meia-final da competição Global Chef, que permitiu escolher o representante dos países da Europa do Sul na final mundial, agendada para julho do próximo ano, na Noruega.

No concurso, que decorreu entre sábado e hoje, Jorge Fernandes apresentou, como entrada, um salmão marinado sobre pera abacate, lagostim com creme de couve-flor e terrina de halibut sobre salada de bulgur; como prato principal, um tataki de kobe com puré de maçã e batata ao parmesão, rolo com cogumelos e molho bearnês e geleia de romesco caramelizada e, para sobremesa, um bolo de chocolate 64%, com chá Dilmah, cheesecake com amêndoa torrada, crocante de laranja e gelado de manga e cravinho.

Nesta competição, alguns produtos eram de utilização obrigatória: lagostim, halibut e salmão na entrada; Kobe beef e queijo parmesão no prato principal; chocolate 64%, manga e chá na sobremesa.

Em ambas as categorias -- sénior e júnior -, o primeiro prémio foi para os concorrentes italianos.

No caso do concorrente júnior, João Cunha, Paulo Pinto afirmou que poderia ter ficado em primeiro lugar, mas foi penalizado por não ter cumprido o tempo de saída dos pratos, registando um atraso, no total, de 15 minutos.

"A participação foi muito boa, restava-nos ter um pouco mais de eficácia. Deu para aprender, tivemos mais falhar que os outros, o que nos ajuda a ir melhorando", disse.

Jorge Fernandes e João Cunha trabalham no restaurante Rio's, em Oeiras, cuja cozinha é chefiada por António Bóia, selecionador da equipa júnior. Paulo Pinto é o chef executivo do grupo Hotéis Real.

A comitiva portuguesa integrou o chef Carlos Madeira como júri na prova internacional.

Criadas em 1992, as equipas olímpicas de culinária já participaram em dezenas de competições internacionais, conquistando medalhas de ouro, prata e bronze.


Fonte: Notícias ao Minuto

terça-feira, 22 de outubro de 2013

ASAE informa: Controlo da recolha seletiva de Óleos Alimentares Usados


Os óleos alimentares usados quando lançados no meio ambiente provocam graves problemas de poluição.


No caso de serem lançados na rede de saneamento provocam corrosão e entupimento das canalizações dos estabelecimentos, e dos coletores municipais, afetando as próprias estações de tratamento das águas residuais, daí resultando danos irreparáveis ou elevados custos na reparação.


A solução para este problema ambiental passa pela recolha seletiva e valorização dos óleos alimentares usados, nomeadamente na produção de biodiesel que constitui uma importante mais-valia no contexto da política energética.


Esta temática é regulamentada pelo do Decreto-Lei nº 267/2009 de 29 de setembro, que estabelece a obrigatoriedade de recolha seletiva de óleos alimentares usados (OAU), assim como o seu correto transporte, tratamento e valorização.


Ao abrigo deste diploma, todos os estabelecimentos de restauração e todas as indústrias agroalimentares que produzam OAU passam a ser obrigados a encaminhá-lo para reciclagem, entregando-os a operadores de gestão de resíduos devidamente licenciados nos termos do Decreto-Lei nº 178/2006, de 5 de setembro e respectivas alterações, sem custos para o produtor ou detentor. Este regime jurídico estabelece objectivos concretos para a constituição de redes municipais de recolha selectiva, no entanto, assenta na corresponsabilização de todos os intervenientes no ciclo de vida dos óleos alimentares, consumidores, produtores de óleos alimentares, operadores da distribuição, produtores de OAU e operadores de gestão.


Como tal, os operadores da distribuição responsáveis por grandes superfícies comerciais, no âmbito da recolha selectiva municipal, devem disponibilizar locais adequados para a colocação de pontos de recolha selectiva de OAU. 


Atentas as competências da ASAE, chegam aos nossos serviços múltiplas queixas relativas a procedimentos adoptados por determinados operadores económicos que se encontram em atropelo aos legalmente impostos, matéria que esta Autoridade acompanha atentamente.


Assim, e no cumprimento do normativo que regulamenta esta matéria, a ASAE fiscalizou recentemente 44 operadores económicos, sendo que foram detectadas várias infracções relativas à existência de más práticas no encaminhamento dos óleos usados.

A ASAE procedeu ainda, e nos mesmos termos, à fiscalização e identificação dos operadores de gestão de resíduos que procedem à recolha selectiva dos óleos, com um objectivo específico: garantir que essas mesmas empresas cumprem as exigências legais.

A identificação destes operadores é fundamental para a salvaguarda ambiental, na medida em que, agindo ao arrepio da lei potenciam os efeitos perniciosos do incorrecto destino dado aos óleos usados, pelo que, só através de operadores legalmente registados, e consequentemente sujeitos a um rigoroso acompanhamento pelas entidades competentes, é possível assegurar o correcto destino destes óleos, matéria a que a ASAE vai continuar a

dar especial destaque e empenhamento.

 

Autoridades do Canadá lançam 5ª retirada de carne em Outubro por suspeitas de E. Coli



A Canadian Food Inspection Agency emitiu um alerta sobre novo produto de carne devido a uma possível contaminação por E. coli. Esta é a quinta retirada de um produto de carne em Outubro mês devido a possível contaminação por E. coli.
A agência de segurança alimentar está a alertar o público para não consumir carne crua moída magra da empresa Belmont Meats of Toronto, distribuída na lojas Loblaw o maior retalhista alimentar do país.
O produto é vendido em pacotes de 1,6 kg com uma data de validade de 1 de Junho de 2014.
A agência diz que não houve doenças relatados associados com o consumo do produto e que irá acompanhar e monitorizar a eficiência da retirada.

As cores: ferramenta para garantir a Segurança Alimentar

Uma das melhores ferramentas para ajudar os trabalhadores e gestores a percorrer o caminho certo para a segurança alimentar é a utilização de cores para designar o que deve ser feito numa operação. E uma das melhores aplicações de cor está na gestão e controlo dos alérgeneos.

Muitos operadores e investigadores têm desenvolvido aplicações onde os alérgeneos são sinalizados no momento em que chegar às etapas de processamento através de etiquetas coloridas ou até utilizando códigos de cores para cada alergéneo em causa.

A Al-Aware desenvolveu uma série de marcas de alérgenos que podem ser usados ​​não só durante o armazenamento mas tambem durante o processamento e na manutenção de registos.

O artigo completo da Food Engineering Magazine.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Atenção adeptos da suplementação desportiva e dietética: É favor verificar o rótulo!



Os praticantes de fitness e adeptos da suplementação e dietética em Plymouth (Reino Unido) estão a ser avisados ​​para verificarem os rótulos dos seus suplementos alimentares ao abrigo de uma campanha para avaliar a presença de ingredientes potencialmente perigosos.

O Conselho Municipal de Plymouth (Reino Unido) lançou uma campanha paraavaliar possíveis presenças de substâncias proibidas , incluindo DNP (2,4- dinitrofenol) e DMAA (Dimetilamilamina) em suplementos utilizados por frequentadores de ginásios, culturistas e pessoas que procuram perder peso.

O Conselho visitou ginásios privados de Plymouth para recolher amostras de suplementos à venda e descobriu uma academia a vender um produto com uma substância proibida.Segundo o conselheiro Brian Vincent: "Nós não encontramos nenhuma produtos que contêm DNP No entanto, encontramos uma outra substância proibida num produto chamado "EPH Extrema Fat Burner". O ginásio envolvido só tinha algumas embalagens que foram retiradas de venda de forma voluntária."

EPH Extrema Fat Burner foi rotulada como contendo um composto chamado DMAA. A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde decidiu que DMAA é um medicamento sem licença e que todos produtos contendo DMAA devem ser retirados do mercado do Reino Unido .

DMAA é utilizado como um auxiliar de treino ou como suplemento para a perda de peso e dos seus efeitos incluem estreitamento das artérias e aumentar o ritmo cardíaco. Este composto foi ligado a suspeitas de reacções adversas que vão desde a falta de ar de ataques cardíacos tendo ainda sido ligado a pelo menos uma fatalidade em Londres.

Brian Vincent concluiu : "Precisamos destacar o perigo potencial deste produto químico e estamos particularmente preocupados com as pessoas que podem estar a comprar produtos com esta substância química na internet."


Fonte: Plymouth City Council