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quarta-feira, 19 de março de 2014

Laboratórios da ASAE reconhecidos pelo COI

O COI-Conselho Oleica Internacional, é uma organiza-ção intergovernamental que reúne atualmente 23 países produtores e consumidores de azeite e azeitonas de mesa, sendo por isso a referência máxima do sector oleico. Esta Organização tem regras bem estabelecidas para reconhecimento da competência técnica dos laboratórios que analisam este produto com tão grande importância económica e alimentar.

Nesta conformidade, o COI organiza estudos de intercomparação de resultados entre os laboratórios de vários países produtores de azeite. Em 2013 participaram nestes estudos 64 laboratórios de vários países tendo sido provadas 10 amostras de azeite virgem.

Com base nestes resultados e através de critérios bem definidos, o COI reconhece os painéis de prova e os labora-tórios de química com periodicidade anual.

Nesta conformidade, os Laboratórios da ASAE são membros do COI tendo reconhecida a sua competência técnica, por este Organismo, em duas áreas: Análise Sensorial e Ensaios Químicos, cujos certificados se encontram dispo-níveis no site da ASAE: Página Inicial » Avaliação de Riscos Alimentares e Laboratórios » Laboratórios » A ASAE e o Conselho Oleícola Internacional - COI.



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Produção record de azeitona no Alentejo

A produção de azeitona no Alentejo deve, em 2013, atingir valores recorde, com um aumento na ordem de 40% em relação a 2012, ano que já tinha registado um aumento de 19% em relação a 2011.
Portugal, apesar de ter visto a área de olival aumentar muito nos últimos anos, ainda registou, em 2013,  um défice de produção de azeite, que pode vir a ser anulado este ano.

A qualidade da azeitona também é excelente e tudo isto resulta das boas condições atmosféricas aquando da floração das árvores. A única nota negativa para os produtores é o preço, pois a colheita também muito abundante que se regista em Espanha, tem levado os preços para valores entre os 25 a 27 cêntimos de euros por Kg.

Esta forte produção está a congestionar os lagares, que se mostram insuficientes. Outro problema é a deficiente estrutura de embalagem e comercialização do azeite alentejano, que leva a grandes exportações deste produto a granel. A grande qualidade do produto é, por vezes, aproveitada pelos países importadores para embalarem com as suas marcas próprias.


Fonte: Agroinfo

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Pó de azeitona contra E. coli 0157 : H7



Um estudo recente realizado por cientistas do departamento de agricultura do governo dos EUA , juntamente com a Universidade do Arizona revela que os compostos de origem vegetal como o pó de azeitona podem inibir o crescimento de E. coli 0157 : H7 em hambúrgueres e reduzir significativamente as aminas, substâncias produzidas durante a cozedura e cuja exposição a concentrações elevadas é susceptível de provocar cancro em seres humanos. 
 
Este projecto de pesquisa e examinou os efeitos de vários extractos naturais de plantas, tais como o pó de azeitona, maçã e cebola em produtos como hambúrgueres e carne picada.
O pó de azeitona foi o composto mais eficaz para melhorar a segurança alimentar da carne picada, a reduzindo a quantidade de aminas MeIQx e PhIP em cerca de 80% assim como o desenvolvimento de E. coli 0157 : H7 em hambúrgueres. 
 
São cada vez mais numerosos os estudos que demonstram o poder antioxidante e antimicrobiano de compostos activos de produtos naturais. 
 
Além disso, compostos de oliveiras e outros produtos de origem vegetal como a uva, alecrim, alho, cravo ou orégãos têm sido trabalhados e investigados na avaliação da sua eficácia como fonte de compostos com actividade antimicrobiana.

Para avaliar a funcionalidade deste tipo de plantas são realizados estudos de dois tipos: um para testar o efeito sobre a saúde humana e outro para avaliar a sua função tecnológica como antioxidantes e antimicrobianos .


Depois de obter o ingrediente ativo, é necessário avaliar a atividade do composto e ver qual é a melhor maneira de aplicá-lo na comida. Neste ponto, os estudos de avaliação da actividade anti-microbiana são fundamentais e, geralmente, incluem as seguintes fases principais:

1 . Adaptação ou acondicionamento do produtos natural na comida alvo e processo de elaboração correspondente;
 

2. Avaliação in vitro da eficácia do produto natural como um agente antimicrobiano;
 

3. Avaliação da eficácia do produto natural como um agente antimicrobiano no alimento em questão.




Fonte: Ainia Centro Tecnologico