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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Central de Cervejas atribui 100 mil euros a famílias carenciadas


Segundo a SCC, desde 2006 que a empresa tem vindo a desenvolver um trabalho continuo e de ajuda para com a comunidade local onde se insere a sua unidade fabril, registando-se até à data um valor global acumulado [disponibilizado] de um milhão e vinte mil euros.

"Ajudar a comunidade do concelho, no qual está sediada a fábrica de Vialonga, é uma prioridade da SCC. A nossa empresa volta mais uma vez, este ano, a manter o apoio dado às famílias mais carenciadas do concelho de Vila Franca de Xira e a diversas associações existentes, porque considera fundamental participar no desenvolvimento económico e social da região", referiu Ronald den Elzen, presidente da comissão executiva da SCC.

A assinatura da renovação do protocolo com a Câmara de Vila Franca de Xira decorreu hoje nas instalações da SCC, tendo marcado presença o presidente do município, Alberto Mesquita (PS).

O donativo insere-se no âmbito da política de responsabilidade social corporativa da SCC.



segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Central de Cervejas deverá começar a produzir cerveja em Angola até 2016


A Sociedade Central de Cervejas, empresa que detém a Sagres, deverá começar a produzir cerveja em Angola até 2016, disse hoje o presidente executivo da empresa, Ronald den Elzen, num encontro com jornalistas na Fábrica de Vialonga.


A Central de Cervejas assinou um acordo com uma empresa local, a Sodiba, que tem como acionista a empresária angolana Isabel dos Santos. A Sodiba está a construir uma fábrica em Angola, que deverá começar a funcionar no primeiro trimestre de 2015. Ronald den Elzen não avança uma data concreta para o início da produção da Sagres em Angola, mas acredita que será entre 2015 e 2016.

Em 2012, as vendas de cerveja para Angola representaram cerca de 60% do total de exportações da Central de Cervejas e cerca de 15% do volume total de vendas de cerveja. 

No geral, as exportações deverão representar, em 2013, 25% das vendas globais de cervejas da empresa (de janeiro a novembro, o peso das exportações acumulado é já de cerca de 20%).

Este foi, no entanto, “um ano difícil” em Angola, disse Ronald den Elzen, resultado da greve dos portos e do aumento das taxas aduaneiras. As exportações para Angola caíram cerca de 20% em volume, relativamente ao ano passado.

Em sentido inverso, está o Reino Unido, onde as vendas de cerveja cresceram, em 2013, cerca de 15%. O CEO da Central de Cervejas prevê que, nos próximos três anos, o Reino Unido seja o segundo maior mercado da empresa na venda de cervejas, a seguir a Angola.

A acompanhar este crescimento, a empresa reforçou também a sua equipa: em 2013, a Central de Cervejas contratou 200 pessoas, contando agora com cerca de 1300 trabalhadores, e espera contratar mais 200 nos próximos três anos. A empresa quer “crescer domesticamente” e, até 2015, vai investir 50 milhões de euros na área industrial, montante que exclui os patrocínios e investimento publicitário.

Ronald den Enzel espera que 2014 seja melhor que este ano, graças aos “grandes eventos” que aí vêm: o Mundial do Brasil e a final da Liga dos Campeões, que terá lugar no Estádio da Luz. A Sagres, recorde-se, é patrocinadora da seleção nacional e a Heineken (grupo que detém a Central de Cervejas) patrocina a Liga dos Campeões. A contar com estes eventos, a Central de Cervejas vai abrir, ainda este mês, o Heineken Café no aeroporto da Portela.


Fonte: Dinheiro Vivo

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Presidente da Central de Cervejas defende baixa de IVA na restauração em 2014

O presidente executivo da Sociedade Central de Cervejas (SCC) defendeu hoje que o Governo deveria "reconsiderar" e baixar o imposto sobre o consumo (IVA) na restauração de 23% para 13% a partir de julho de 2014.

Num encontro com jornalistas em Vialonga, onde é produzida a cerveja Sagres, Ronald den Elzen afirmou que o Governo deve "reconsiderar no segundo semestre em baixar o IVA" no setor da restauração. 

Quando questionado para quanto, Ronald den Elzen apontou "13%", taxa anterior ao aumento decidido pelo atual Executivo liderado por Passos Coelho. 

"Sei que são decisões difíceis", comentou, acrescentando que a baixa do IVA pode permitir "acelerar a entrada de turistas em Portugal", já que a taxa aplicada em Espanha é muito mais reduzida do que a portuguesa. 

"O IVA está a matar" o canal Horeca, que inclui Hotéis, Restaurantes e Cafés, salientando que todas as semanas fecham cerca de 250 estabelecimentos, o que representará cerca de 10.000 unidades no final do ano. 

O presidente executivo da SCC, que é detida por sua vez pelo grupo Heineken, lembrou que Portugal já não está tecnicamente em recessão, tem "uma infraestrutura fantástica", "boa Educação", "melhor inglês que noutros países" e lamentou a vaga de emigração a que o país tem assistido. 

"Temos de parar com a austeridade e o anúncio de cortes e apostar no crescimento", disse.
Apontou que a vaga emigratória de portugueses com qualificações poderá ter implicações nos próximos 10 anos no país.


Fonte: RTP

Central de Cervejas criou 200 postos de trabalho este ano

A Sociedade Central de Cervejas (SCC), dona da Sagres, contratou este ano 200 trabalhadores e vai contratar mais 200 nos próximos três anos, afirmou hoje o presidente executivo, Ronald den Elzen.

O gestor falava aos jornalistas num encontro com jornalistas que decorreu em Vialonga, Vila Franca de Xira, onde é produzida a cerveja Sagres.

"Contratámos 200 pessoas e nos próximos três anos vamos contratar mais 200", disse Ronald den Elzen.
Este reforço dos postos de trabalho insere-se na aposta da SCC, empresa do grupo Heineken, em "crescer domesticamente".

Atualmente, a empresa conta com cerca de 1.300 trabalhadores.

O executivo sublinhou que a Central de Cervejas está a contratar numa altura em que a situação do país é difícil, ou seja, em contraciclo.

Até 2015, a SCC vai investir 50 milhões de euros na área industrial, montante que exclui os patrocínios e investimento publicitário.

Sobre as vendas de cerveja este ano, o presidente executivo estima uma quebra de 1%, em volume, quase em linha com o mercado cervejeiro, cujas quebras se situam entre 1% e 2%.

No canal HoReCa - Hotéis, Restaurantes e Cafés, as vendas de cerveja recuaram, mas na distribuição, que inclui hipermercados, estas aumentaram dois dígitos.

A isto se deve o aumento do IVA, o que levou a mudança de hábitos no consumo, ou seja, as pessoas compram nos hipermercados para consumir em casa.

Em termos de faturação, as vendas aumentaram, disse Ronald den Elzen, que não avançou mais detalhes, uma vez que o grupo Heineken é cotado em bolsa.

No ano passado, as vendas globais de cerveja representaram 25% das vendas globais da SCC e este ano, até novembro, ascendem a 20%, de acordo com a empresa.

No segmento das águas, cujo mercado está a cair 6% e é competitivo, as vendas cresceram tanto em faturação como em volume este ano.

"É um bom ano" para o negócio da água, adiantando as vendas em volume deverão subir este ano entre 2% a 3%.

O presidente executivo citou ainda algumas inovações que ajudaram ao desempenho da SCC este ano, nomeadamente o lançamento da cerveja Sagres Radler ou as águas de Luso com sumo de fruta.