In: Notícias Recheio Nº78 Novembro-Dezembro 2013
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Consumo de bacalhau deverá crescer 15% este ano
Preço médio desceu 13% em comparação com 2012. No jantar da consoada, haverá bacalhau em 80% dos lares portugueses
O consumo de bacalhau salgado seco cresceu 14,6% este ano, em
comparação com 2013, e o preço médio global caiu 13%. De acordo com
dados divulgados nesta quarta-feira pelo Conselho Norueguês da Pesca, o
bacalhau será serviço em cerca de 80% dos lares no jantar da Consoada.
A queda de preço está
associada ao aumento do consumo, refere o organismo, que divulga em
Portugal o bacalhau oriundo da Noruega. “Devido à política continuada de
protecção da espécie, conseguiu-se que os stocks de bacalhau
estejam em muito bom estado, permitindo que houvesse um crescimento da
quota de pesca” este ano, lê-se num comunicado do Conselho Norueguês da
Pesca.
Em Portugal, as categorias mais consumidas de bacalhau são o
corrente, o crescido e o graúdo. “Pelo crescimento do consumo
verificado, acredita-se que os consumidores portugueses deixaram de
comer outras proteínas preferindo” o bacalhau, adianta o mesmo
documento.
Fonte: Publico
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
O tiro pela culatra da Burger King
A Burger King da Noruega quis testar a fidelidade dos seus
consumidores e começou a oferecer Big Mac, da rival McDonald's. Quem
aceitasse a oferta não poderia inscrever-se na nova página de Facebook
criada para os fãs realmente fãs. Resultado: dos 38.000 seguidores,
30.000 aceitaram a oferta e deixaram de estar ligados à marca.
De acordo com a AdAge,
a ideia da Burger King Noruega era descobrir quem é que era realmente
fã da marca. Numa campanha interativa da autoria da DIST Creative foi
criada uma nova página de Facebook apenas para os fãs leais e ao mesmo
tempo eram oferecidos vouchers para comprar um Big Mac.
Dos 38.000 seguidores da marca, ficaram 8.000. Os restantes aceitaram
a oferta, concordaram não aderir à nova página de Facebook e assinaram
uma carta de despedida. Comentário da Burger King da Noruega: os 8.000
que ficaram interagem com a marca de uma forma mais positiva.
Fonte: Briefing
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Quer ser Chef? Noruega procura 20
A Adecco Recursos Humanos, através da sua linha de especialização
Hospitality, está a realizar um processo de recrutamento para duas
dezenas de Chefs para a Noruega.
A recrutadora não revela para que empresa está a proceder ao
recrutamento no mercado português, mas no site a Adecco lista os
requisitos dos futuros colaboradores.
Saiba mais sobre os requisitos exigidos e como fazer a sua candidatura aqui
Os
interessados na posição devem ter o 12º ano completo ou formação
profissional/superior de Cozinha, bem como um mínimo de cinco anos de
experiência profissional e "líderança na capacidade de organizar,
coordenar e controlar o funcionamento de todo o serviço da cozinha".
Domínio da língua inglesa e disponibilidade imediata para viajar e
viver na Noruega são outros dos requisitos exigidos. "As vagas
disponíveis oferecerão a oportunidade de crescimento profissional na
área e dentro da empresa", refere a Adecco no anúncio de emprego.
Ao todo estão 20 vagas disponíveis e, até ao momento, segundo a informação da recrutadora no seu site, apenas 37 candidaturas.
Fonte: Dinheiro Vivo
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Portugal e Noruega assinam acordo para bacalhau sem fosfatos
A ministra sublinhou, por outro lado, que o protocolo hoje assinado com a Noruega não tem data
A
ministra da Agricultura e Mar, Assunção Cristas, assinou hoje com a sua
homóloga norueguesa, Elisabeth Aspaker, um acordo sem prazo para
garantir que o bacalhau destinado a Portugal mantém a cura tradicional e
estará isento de fosfatos.
Segundo Assunção Cristas, esta será uma garantia adicional para o
consumidor português, depois de Bruxelas ter aprovado em julho, a
utilização destes aditivos no bacalhau, com o voto favorável de
Portugal.
“[O acordo] é muito importante para termos garantias acrescidas por
parte da Noruega de que vai continuar a vender bacalhau de acordo com a
cura tradicional e dá-nos um conjunto atualizado de empresas que não
usam polifosfatos”, disse a ministra numa visita às lojas tradicionais
da rua do Arsenal, em Lisboa, após a assinatura do memorando.
Os polifosfatos são um aditivo químico que retém a humidade do peixe,
o que segundo a Associação dos Industriais do Bacalhau fará aumentar o
tempo de cura, implicando um agravamento dos preços, e pode modificar a
textura, a cor e o sabor do bacalhau.
Questionada sobre os motivos que levaram o Governo a aprovar o uso de
polifosfatos no bacalhau, apesar de ter assumido inicialmente uma
posição contrária, Assunção Cristas respondeu que o Governo português
“trabalhou arduamente” para transformar a proposta inicial e deu-se por
satisfeito com a introdução de regras mais estritas de rotulagem e com a
monitorização do regulamento nos primeiros três anos de aplicação.
“É preciso ter a noção de que estamos num clube de 28 [a União
Europeia], em que a voz de Portugal é ativa, mas é tanto mais eficaz se
conseguir transformar uma situação que já vinha fechada e que agora nos é
favorável. Não inibimos que outros países comprem bacalhau com
polifosfatos (…), mas era importante garantir que Portugal continuava a
ter o método tradicional de cura”, sublinhou a governante.
Para Assunção Cristas, ficou “garantido que Portugal não vai importar
bacalhau com fosfatos porque não quer” e que “a Comissão Europeia vai
vigiar de forma particularmente atenta no início”, a forma como o
comércio está a ser feito, uma solução que foi “muito conversada com o
setor transformador em Portugal”.
A ministra sublinhou, por outro lado, que o protocolo hoje assinado com a Noruega não tem data.“Depois dessa altura vamos continuar a ter o bacalhau como queremos
até porque acabámos de celebrar um acordo com a Noruega, que é o nosso
grande fornecedor, que nos garante que continuaremos a ter o bacalhau
como queremos”, vincou.
Também a ministra norueguesa das Pescas e dos Assuntos Costeiros
destacou a importância do acordo face ao peso do mercado português para o
bacalhau da Noruega e garantiu que o seu país está empenhado em “fazer o
produto que os consumidores portugueses preferem”.
Fonte: Jornal i
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