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segunda-feira, 9 de março de 2015

Cloratos e Percloratos



O consumo de hortofrutícolas deve constituir a base de um padrão alimentar saudável.

A contaminação natural destes alimentos, e o facto de serem consumidos em cru, potencia a necessidade de um acompanhamento das diferentes etapas do processo.

Especial atenção deve ser dada à etapa da desinfeção, uma vez que esta éresponsável por assegurar a segurança alimentar destes alimentos.

Os cloratos são um subproduto da utilização do cloro ou do dióxido de cloro na desinfeção de água potável.

Apresentam-se sob a forma de sais de ácido clorídrico, sendo agentes fortemente oxidantes usados, por exemplo, no branqueamento de papel, nos curtumes e no tratamento de superfícies metálicas. São, também, eficazes herbicidas estando no entanto proibida a sua aplicação na União Europeia desde 2010.

Os processos de desinfeção com compostos à base de cloro são uma das fontes de potencial contaminação de hortofrutícolas, mas não o único.

Outras são:

- Água utilizada na rega;
- Aplicação direta (não autorizada) como herbicida;
- Absorção, pelas plantas, de cloratos presentes no solo.

Os percloratos são obtidos por oxidação dos cloratos. Devido ao seu elevado caráter oxidante os cloratos são substâncias instáveis e facilmente convertidos em percloratos, bastante mais estáveis.

Recorrendo a uma metodologia de Análise por HPLC com detetor de massa é possível proceder ao controlo analítico da presença de cloratos e percloratos nos produtos de produção primária.


quinta-feira, 13 de março de 2014

México: Tecnologia analisa instantaneamente a coloração e degradação de alimentos desidratados

Com o objectivo de promover as novas tecnologias mexicanas, a Universidad Autónoma del Estado de Hidalgo (UAEH) propõe novos dispositivos para conservar os alimentos, mais concretamente frutas e vegetais desidratados através da utilização de um sensor de cor online.

O principal objectivo deste dispositivo é o alcançar a desidratação sem o vegetal perder a sua cor à qual equivale o seu valor nutritivo. O colorímetro permite avaliar a cor do produto e deste modo saber quanto é que o produto se degradou durante o processo de desidratação, o que não é possível com os métodos actualmente utilizados uma vez que só podem se aplicados no final do processo. 

Este dispositivo destina-se a beneficiar as áreas mais vulneráveis ​​que não possuem sistemas de refrigeração e nas quais o processo de desidratação é normalmente realizado com o sol, o que resulta na perda de nutrientes das frutas e dos vegetais.


Fonte: Foodwatcher

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Oeste já concentra 70% da produção nacional de abóbora

A inclusão da abóbora nos novos hábitos alimentares está a atrair para esta cultura os agricultores do Oeste de Lisboa, região que, segundo aqueles produtores, concentra mais de 70% da produção nacional.

João Veloso, produtor do concelho da Lourinhã, onde se localiza a maior produção da região, fornece por ano os hipermercados do Grupo Sonae com oitocentas a mil toneladas, repartidas entre preparados de sopa e embalagens de abóbora cortada para confecionar sopas, purés, saladas, pratos gastronómicos ou doces.

"Tem havido mais procura dos consumidores e dos supermercados", disse o agricultor e comerciante, adiantando que a abóbora tem vindo a ganhar mercado por ter características nutricionais semelhantes à cenoura, ter capacidade anticancerígena pelo teor antioxidante e ser mais barata.

Na última década, a área de cultivo na região passou dos 100 para os 1500 hectares, multiplicando a produção de três mil para 40 mil toneladas por ano e o número de produtores, cerca de meio milhar, de acordo com dados da Associação Interprofissional de Horticultura do Oeste (AIHO).

Há cinco anos, a empresa familiar de Pedro Malaquias, agricultor de 36 anos, foi uma das que apostou neste produto e produz por ano 450 toneladas, das quais 95% vão para exportação.

A zona Oeste fatura anualmente 10 milhões de euros com a atividade, sendo a Lourinhã o concelho mais representativo, com 1100 hectares e 74% da produção regional. Cerca de 60 % da produção tem como destino a exportação.

"Há condições climáticas e dos solos ideais e começou a apostar-se nessa produção, diversificando-a entre as dezenas de variedades, e nas condições de armazenamento para abastecer o mercado todo o ano, tendo em conta a procura dos consumidores e dos supermercados", justificou António Gomes, presidente da AIHO, à Lusa.

Precursor da cultura na região, João Veloso decidiu há 20 anos arrancar a vinha e reconverter os terrenos, dedicando mais de 50 hectares à abóbora, para responder ao mercado e porque "a vinha dava mais trabalho e o rendimento era inferior".

Por ano, comercializa 1500 toneladas e fatura 2,6 milhões de euros, abastecendo o mercado nacional e países como França, Alemanha, Itália, Inglaterra, Espanha e Polónia, mercados que descobriram mais cedo os novos usos culinários e para onde começou a exportar quando em Portugal era produzida só quase para a alimentação animal.

Para diversificar a atividade, começou a dedicar-se à transformação da abóbora, para melhor responder às exigências do mercado e escoar aquela produção que começa a perder as qualidades de conservação ou calibres que chegam a ter mais de 50 quilos.

Para promover o produto a nível local e regional, e os novos usos alimentares, vai realizar-se, pela primeira vez em outubro, o Festival da Abóbora da Lourinhã.


Fonte: Noticias ao Minuto

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

ASAE informa - Produção e Comercialização de Produtos Hortofrutícolas



Produção e Comercialização de Produtos Hortofrutícolas


As pessoas singulares ou coletivas detentoras de frutos e hortícolas frescos sujeitos a normas de comercialização deverão requerer, para fins de exposição para venda, de colocação à venda, de venda ou de comercialização de qualquer outra forma, a atribuição do número de operador horto frutícola, vulgarmente chamado de nºHF.

A atribuição do N.º HF é concedida pela Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), sendo que esta informará os requerentes do número atribuído. No site do Portal do Cidadão  poderá obter-se o formulário para efetuar o registo: http://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/entidades/MAMAOT/DRAPN/PT/SER_registo+hortofruticola.htm

O Regulamento (CE) nº 852/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho de 29 de bril de 2004, estabelece as regras gerais destinadas aos operadores das empresas do setor alimentar, no que se refere à higiene dos géneros alimentícios. De acordo com a alínea c) do nº2 do Artº 1º do citado Regulamento, este não se aplica ao fornecimento direto pelo produtor de pequenas quantidades de produtos de produção primária ao consumidor final ou ao comércio a retalho local que fornece diretamente o consumidor final. 

Em Portugal, não se encontram instituídas regras específicas que regulamentem o fornecimento direto pelos produtores de pequenas quantidades de produtos hortofrutícolas, devendo ser cumpridas as disposições gerais de higiene aplicáveis à produção primária e operações conexas de acordo com o previsto no anexo I do Regulamento (CE) nº 852/2004, salientando-se entre outros aspetos, a necessidade de:
  • Manter limpos e se necessário depois de limpos, desinfetar devidamente as instalações, equipamentos, contentores, grades, veículos e embarcações:
  • Assegurar, se necessário a higiene da produção, transporte e das condições de armazenagem dos produtos vegetais e biolimpeza desses produtos;
  • Utilizar água potável ou água limpa, sempre que necessário para prevenir qualquer contaminação;
  • Assegurar que o pessoal que vai manusear os géneros alimentícios está de boa saúde e recebe formação em matéria de riscos sanitários;
  • Prevenir, tanto quanto possível, a contaminação causada por animais e parasitas;
  • Manusear os resíduos e as substâncias perigosas de modo a prevenir qualquer contaminação;
  • Ter em conta os resultados de quaisquer análises pertinentes efetuadas em amostras colhidas das plantas ou outras amostras que se possam revestir de importância para a saúde humana
  • Utilizar corretamente os produtos fitossanitários e biocidas, tal como exigido pela legislação pertinente
A legislação que regulamenta a atividade em causa encontra-se indicada em  Hortofrutícolas





terça-feira, 21 de janeiro de 2014

HORTA COMIGO mostra técnicas de cultivo

Tudo sobre o cultivo da terra e as suas especificidades, seja em pequenas parcelas, seja em varandas ou terraços, é o que HORTA COMIGO traz à EXPONOR de 13 a 16 de fevereiro. Aberto a profissionais e ao público em geral, o HORTA COMIGO, evento de hortas, jardins e produtos naturais, pretende dar um toque de ruralidade e de contacto com a natureza em plena cidade.

O aumento do tempo dispensado por parte dos habitantes das grandes urbes em desfrutar de alguma qualidade ambiental, por puro lazer, ou até mesmo para usufruto próprio, abriu uma janela de oportunidade para a realização deste certame. Por necessidade ou prazer, o certo é que as hortas urbanas estão a multiplicar-se e, aos poucos, e as cidades estão a ficar mais verdes e saudáveis.

Em edição de estreia, o HORTA COMIGO vai apresentar produtos naturais e artesanais, utensílios, equipamentos, plantas, sementes e substratos, numa variedade de soluções que se adapta a qualquer gosto. Incluirá também workshops e demonstrações várias, passatempos e uma horta-jardim ao vivo, o que permitirá aos participantes saber como melhor aproveitar e potenciar os seus espaços verdes. 


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Caldas da Rainha quer ser a capital da hortofruticultura


O mês já é conhecido. Será em Setembro que se realizará nas Caldas da Rainha a denominada Feira Nacional da Hortofruticultura, recuperando assim uma tradição antiga pois já se realizaram certames idênticos no Parque e na Expoeste. Caldas procura assim posicionar-se como a capital do Oeste e do país naquele sector de actividade.


Fonte: Gazeta das Caldas

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Conhece a Equitable Food Initiative (EFI)

A Equitable Food Initiative (EFI) é um novo projecto que reúne trabalhadores, produtores, comerciantes e retalhistas  no esforço para produzir melhores produtos hortofrutícolas.  

Apartir do momento em que os operadores agrícolas se comprometem com os principios EFI para a melhoria das condições de trabalho, gestão de pesticidas e segurança alimentar todo a cadeia  subsequente, incluindo o consumidor, beneficia com estas preocupações desde a horta (produção) até à porta (consumo).

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Campanha Publicitária - Brócolos

Há muito tempo que todos estamos familiarizados e convivemos diariamente com publicidade a produtos alimentares processados.

O mesmo já não se poderá dizer de publicidade a produtos hortofrutícolas.  Na verdade seja em outdoors, seja na imprensa escrita, na televisão, na rádio ou até nas redes sociais são poucas as campanhas e pouco o investimento feito em publicidade neste sector agro-alimentar muito menos em larga escala ou à dimensão nacional.

Nos Estados Unidos da América foi recentemente lançada uma mega campanha publicitária a brócolos por uma das maioress agências publicitárias do pais e foi de tal maneira "única" que teve direito a um interessante artigo no New York Times com o curioso título Broccoli’s Extreme Makeover numa clara alusão ao conhecido programa de TV "Extreme Makeover".

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Syngenta apresenta duas novas variedades de tomate para indústria


«As hortícolas assumem cada vez mais um papel de destaque no negócio da Syngenta. A empresa já foi líder de mercado nestas culturas e decidiu retomar o investimento e reforçar a sua presença com soluções inovadoras. Iniciámos em 2012 um trabalho preliminar com novas sementes e, este ano, estamos em campo com plataformas demonstrativas das nossas variedades e um programa completo de proteção da cultura do tomate para indústria», explica Maria do Carmo Pereira, responsável de Marketing da Syngenta em Portugal.

As duas novas variedades de tomate para indústria desenvolvidas pelaSyngenta  - Ifox e Ibix – destacam-se pela grande resistência a fungos, produtividade e óptima coloração vermelha, tanto interna como externa. Ifox é um tomate híbrido para transplante médio/precoce a médio e Ibix é mais adequado a transplantes médio a médio/tardio. Em Itália, o país que lidera a produção de concentrados de tomate, Ifox e Ibix estão a corresponder com sucesso às exigências da produção e dos industriais de tomate.

Em Portugal, Ifox e Ibix estiveram em ensaio, este ano, nas principais zonas produtoras de tomate, e os agricultores fazem uma apreciação positiva das variedades. «O Ifox e o Ibix tiveram um comportamento muito favorável em termos de resistência a fungos (fusarium e phytium), quando comparados com outras variedades. Não observei qualquer sintoma de fragilidade das plantas a estes fungos», afirma Marco Gaga Nunes, agricultor de Valada do Ribatejo, que produz 180 hectares de tomate para indústria.

«As variedades da Syngenta surpreenderam-me pela positiva. Ifox e Ibix estiveram à altura de outras variedades já consagradas, em termos de vigor e sanidade das plantas e bom vingamento dos frutos. O tomate está muito bom, creio que também vai corresponder às expectativas de produtividade», diz João Geada, agricultor de Vila Franca de Xira que produz 200 hectares de tomate.

No âmbito da sua estratégia de soluções integradas para o setor agrícola, a Syngenta tem vindo a reforçar o seu portfólio destinado à proteção das culturas hortícolas. Dois novos produtos vão chegar brevemente ao mercado português, apresentando características que correspondem às necessidades dos agricultores: Folio Gold* é um anti-míldio sistémico sem ditiocarbamatos, o que representa uma inovação face às soluções existentes no mercado e está em linha com as exigências das indústrias de tomate, que são cada vez mais exigentes no que respeita ao limite máximo de resíduos (LMR) de ditiocarbamatos no tomate. O Folio Gold* é uma mistura pronta de mefenoxam com clortalonil.
Ampligo* é um inseticida de largo espetro, à base de clorantraniliprole e lambda-cialotrina, particularmente interessante pelo facto de conter duas substâncias ativas e porque vai estar homologado, em Portugal, para as culturas do milho e do tomate indústria, entre outras. É uma solução a que os agricultores podem recorrer ao longo de todo o ciclo de campanha, em mais do que uma cultura.

Affirm é outro dos inseticidas Syngenta a que os agricultores já recorrem para proteção do tomate contra a Tuta absoluta e a lagarta, cuja eficácia comprovaram na actual campanha: «uso o Affirm há várias campanhas. Este ano apliquei o Affirm na hora certa, de forma preventiva, e não tive qualquer ataque de lagartas», admite José Carlos Cordeiro, produtor de 137 hectares de tomate no Vale de Santarém.

A estratégia de proteção Syngenta na cultura do tomate para indústria mostrou-se eficaz como também testemunha Nuno Rodrigues, técnico do distribuidor Syngenta Pelarigo e Filhos, que presta assistência a uma área de seis mil hectares no Ribatejo: «os campos estão completamente sãos, sem sinais de fungos ou pragas. A estratégia de proteção da Syngenta mostrou-se adequada».

Em geral, a colheita de tomate indústria em Portugal está com um atraso de cerca de 15 dias face ao que é habitual e a expectativa é de um ano com produtividades baixas, devido ao desfazamento na maturação dos frutos. «Esta campanha é atípica, a produtividade está cerca de 15% abaixo do normal e há muito desperdício na colheita, devido à quantidade de tomate que não amadureceu. As plantas sofreram de stress pelas temperaturas baixas no início do ano, o que induziu plantas com grande vigor e menos frutos», resume Marco Gaga Nunes.


*Em homologação


Fonte: Voz do Campo

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Workshop sobre Rotulagem no sector hortofrutícola

Irá ter lugar no próximo dia 15 de Outubro um workshop organizado pelo COTHN sobre Rotulagem no sector hortofrutícola.

Este workshop pretende promover a discussão e a participação activa dos diferentes actores da fileira hortofrutícola, no que diz respeito às várias vertentes da rotulagem de modo a abranger a legislação, as alegações de saúde, nutricionais e de origem e a informação ao consumidor.

Para consultar o programa e efectuar inscrição consulte o link.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Indústria do tomate pede descida do preço da energia e regulação nos transportes

O ministro da Economia, António Pires de Lima, acompanhado pelo secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque, visitaram dia 18 de Setembro, a fábrica da Sugalidal em Benavente, a convite da Associação dos Industriais de Tomate (AIT). 

Nesta visita, em plena campanha, os agro-industriais dos derivados de tomate apresentaram aos governantes pedidos para o reforço da competitividade externa do sector, nomeadamente a redução dos custos de energia (já que a laboração ocorre, «basicamente», em dois meses, entre meados de Agosto e meados de Outubro) e a regulação no sector dos transportes. A este propósito, o ministro afirmou que «é importante neste sector termos regras que sejam semelhantes, do ponto de vista da regulação, às que existem noutros países europeus, que tendem a ter regras por vezes mais proteccionistas, como é o caso dos nossos concorrentes na Europa do Sul». 

Pires de Lima acrescentou que também «há algum trabalho a fazer» ao nível dos custos de energia. Inquirido sobre outra exigência do sector, ao nível dos seguros, o ministro concluiu que tudo o que foi referido «são pontos de que tomámos devida nota e em que vamos procurar trabalhar internamente para que possam ser corrigidas». Segundo Miguel Cambezes, secretário-geral da AIT, estima-se que a energia – electricidade e gás – tenha um peso de 12% nos custos de produção do sector, sendo que «cerca de 40% destes 12% são relativos a taxas de acesso».

A Sugalidal tem capital 100% português, está integrada num grupo agro-industrial considerado o maior da Europa e o terceiro maior no mundo e exporta 98% da produção, para a Europa e mercados asiáticos.

Na campanha passada, o sector nacional do tomate para indústria processou cerca de 1.300.000 de toneladas, das quais 95% foram para exportação, o que representou 250 milhões de euros em vendas. A fileira do tomate para indústria tem vindo a modernizar-se muito nos últimos anos, mercê de um conjunto de investimentos superior a 60 milhões de euros. As empresas deste sector têm como foco estratégico produzir mais e melhor, de forma cada vez mais sustentada, para que possam chegar aos 2 milhões de toneladas de tomate processado / ano, fazendo crescer as exportações.


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Agroaguiar na Feira internacional "Fruit Attraction" em Madrid


A empresa portuguesa Agroaguiar
estará presente na próxima edição da "Fruit Attraction", a realizar-se em Madrid - Espanha, nos dias 16-18 de Outubro de 2013.

A "Fruit Attraction" é uma feira internacional de frutas e verduras organizada pela Ifema, sendo um inovador e funcional centro de negócios para o sector profissional hortofrutícola conforme referido neste blog.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

"Praça dos Sabores" na Póvoa de Varzim

No próximo fim de semana, a Horpozim comemora 26 anos com a realização de uma feira, para promoção dos hortícolas frescos, a acontecer nos dias 20, 21 e 22 de Setembro, na Praça do Almada. 

O evento além de mostrar os legumes, irá servir para a degustação de várias sopas e ainda outras áreas da gastronomia, sendo de destacar a presença do peixe através da Docapesca e da conserveira “A Poveira”, e em que serão apresentados vários sabores do concelho da Póvoa de Varzim, numa indústria onde se alia a inovação e a tecnologia ao tradicional.

No certame haverá ainda espaço para a presença do tradicional artesanato e também para um conjunto de animações que irão preencher o local entre a próxima sexta-feira e domingo.


Feira Fruit Attraction de Madrid

Vai decorrer em Madrid, de 16 a 18 de Outubro, a 5ª Edição da Feira Fruit Attraction uma organização conjunta da IFEMA e da FEPEX (Federación Española de Asociaciones de Productores Exportadores de Frutas, Hortalizas, Flores y Plantas Vivas.

A feira é dedicada ao sector das frutas e legumes e inclui expositores de todo o mundo divididos em três áreas: produtores, indústria e serviços e flores e plantas vivas.

"O lugar certo na hora certa" é o slogan desta grande plataforma de negociação, organizado por e para o sector hortofrutícula, que não tem outro propósito além de ajudar a comunidade empresarial a impulsionar suas atividades promocionais com o canal distribuição.


Fruit Attraction é uma ferramenta de negócio rentável que no ano de 2012 registou 597 empresas expositoras, uma área de 16.249m2 e com a participação de 28.155 profissionais de 72 países de todo o mundo.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Pesticidas na comida: Portugal acima da média Europeia

 Portugal é um dos países europeus mais vezes referido num relatório sobre resíduos de pesticidas nos alimentos, divulgado pela Agência Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA).

Notícia completa em: Portugal Mundial